Capim Grosso Bahia - BA 
Histórico Gentílico: capim-grossense Formação Administrativa Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de município com denominação de Capim Grosso, pela lei estadual nº 4437, de 09-05-1985, desmembrado de Jacobina. Sede no atual distrito de Capim Grosso (ex-povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1986. Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 
História de Capim Grosso

Capim Grosso faz parte da microrregião de Jacobina, fazendo limite com os municípios de São José do Jacuípe, Quixabeira, Jacobina, Caém, Santaluz e Queimadas. A cidade encontra-se posicionada numa excelente localização geográfica, no cruzamento das BRs 407 e 324, que fazem a ligação entre a capital, Salvador, com a região central da Bahia e com as regiões oeste  do Estado e norte do país.

Sua história remonta ao ano de 1940, com o estabelecimento da família do senhor Zózimo Amância de Araujo, também apelidado de “Capitão”, o qual juntamente com sua esposa, Dona Ursulina, construíram a primeira moradia no que hoje é a Avenida Senhor do Bonfim. A Fazenda Capim Grosso, como fora inicialmente chamada, recebeu esse nome por causa de uma espécie volumosa de capim que existia em grande abundância na região.

A sua privilegiada localização geográfica atraiu grande número de pessoas, fazendo com que se expandisse rapidamente. Ainda na década de quarenta, o povoado recebeu a sua primeira capela, estabelecida pelo padre austríaco Alfredo Maria Haasler, a qual, em 1961, tornou-se numa Escola Paroquial. O padre Alfredo  exerceu grande influência na região. Ele faleceu no ano de 1997, aos 89 anos de idade.

A emancipação da cidade tornou-se pública no ano de 1984, com um plebiscito promulgado pelo prefeito de Jacobina, o sr. Carlos Alberto Pires Daltro, também conhecido por Dr. Carlito ou Carlitão. A cidade foi elevada à categoria de município e distrito com a denominação de Capim Grosso, pela lei estadual nº 4437, de 9 de maio de 1985, quando foi desmembrado de Jacobina.

A primeira eleição na cidade deu-se no dia 15 de novembro de 1985, quando foi eleito seu primeiro prefeito, o Sr. Cesiano Carlos do Nascimento, conhecido popularmente por “César”, que venceu o Sr. José Mendes de Queiróz, o velho “Zé Queiróz”.  Em 1989, foi eleito Adilson de Freitas Pinheiro, o “Doutor Pinheiro”, sucedido em 1993 por Paulo Ferreira. Em 1997, elege-se novamente Adilson de Freitas Pinheiro, sendo reeleito na eleição seguinte, em 2002. Este é substituído em 2006 por Paulo Ferreira, que teve seu mandato cassado após seis meses na administração da cidade, quando foi substituído por Itamar Rios, que renunciou, cedendo o posto ao seu vice, João Dias, o popular “João do Couro”, já nos primórdios de 2010. Por determinação judicial, João do Couro foi obrigado a deixar o cargo, sendo substituído em agosto de 2010 por Lydia Fontoura Pinheiro, a qual, alegando problemas de saúde, renunciou ao mandato em abril de 2012, sendo este assumido pelo seu vice, o Sr. Sivaldo Rios, que é foi eleito 15 de novembro de 2012, após disputa acirrada com Marcos Rios Carneiro.


As imagens, a seguir, fazem parte de sua história e são aqui publicadas para preservar sua memória ao longo dos tempos, realçando o valor de sua laboriosa gente...

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CAPIM GROSSO E SUA HISTÓRIA

Pessoas e fatos que compõem a história da nossa cidade...

Os pioneiros da cidade, o senhor Zózimo e a senhora Ursulina

O Padre Alfredo, figura de grande atuação na história de Capim Grosso

Cerimônia festiva da Escola Paroquial de Capim Grosso

Padre Alfredo ministrando uma missa aos fiéis

Padre Alfredo montado em seu burrinho em trabalho missionário (1938). O Padre Alfredo deixou sua terra natal, a Áustria, em 1938, com 31 anos, para vir a Jacobina fazer o serviço de missionário do sertão, cumprindo sua missão por quase 60 anos.

Padre Alfredo e professores (Jacobina - 1949)

Desfile Cívico numa Escola Paroquial comandada pelo Padre Alfredo (local e data sem identificação)

Padre Alfredo selecionando medicamentos

Padre Alfredo e missionárias do Espírito Santo no final da década de 60

Padre Alfredo já em sua idade avançada

Dr. Carlito, que muito contribuiu para a emancipação de Capim Grosso

Eleição de 1985, vendo-se aspecto das comemorações com seu primeiro prefeito eleito, o sr. César

Os últimos 6 prefeitos de Capim Grosso: César, Dr. Pinheiro, Paulo Ferreira, Itamar, João do Couro e a Dra. Lydia (respectivamente)

Sivaldo que venceu em disputa acirrada Marcos Carneiro, na eleição de 2012

Os idiotas são felizes

Fico decepcionado com os desenhos de hoje da TV. A grande maioria deles se distancia cada vez mais da pureza, do sorriso fácil e espontâneo. E isso me faz pensar que o mundo anda forçando o riso. E agradeço a Deus por andar por aí e ter a sorte de cruzar com  algumas espécimes de ‘messias do riso’: são eles, os idiotas. Eles vagam na contramão de tudo, e não se importam com que os outros falam. São felizes os idiotas. Diante de mundo malandrão, os idiotas levam a vida leve porque não sabem que vão morrer. Vão indo para ver o que acontece. Se te chamarem de idiota não fique bravo. Ser idiota não é ser burro, mas é poder tirar sarro das próprias inabilidades. Ele é o único ser que consegue ignorar a cara feia do seu chefe, pois é ele que carrega essa cara e não você.
Olha como está a vida, um verdadeiro caos, e por que temos a maldita obrigação de sermos tão sérios e profundos o tempo todo? Deixamos os momentos sérios para as fatalidades e perdas. A realidade já é dura demais. E nós, crianças grandes, fomos educados para dizer/ouvir mais não do que sim. Por isso há tanta intolerância e condenação às piadas do dia-a-dia. O ritmo de vida das pessoas anda tão maquinado que fica difícil tentar descontrair um ambiente carregado pelas mentes negativistas. Desaprendemos a brincar. E quando brincamos corremos o risco de passar uma imagem de imaturo ou inconveniente. Eu gostaria de ser um idiota nato. Pois um idiota de verdade não dá bola para os outros e faz o que quer.
Um idiota de verdade assiste à desenhos do Pateta. E numa roda de amigos, não se importa se não sabe nada de séries americanas inteligentes. Ele só quer rir do tombo do Pateta mesmo que já tenha visto mil vezes. É bem verdade, às vezes, o idiota exagera, fala demais, e pode acabar magoando a pessoa. Mas se essa pessoa conhece a sua essência vai saber que não foi por maldade, já que seu coração é maior do que o do Chaves – aliás a única série que assisto. Ser idiota é ver o mundo de outra forma. Não fique triste se alguém de chamar de idiota, pois você sabe que é um idiota do bem. As pessoas se afastam por uma série de motivos, falta de amor, falta de compreensão, mas nunca por falta de idiotice. Se você leu esse texto até o final, parabéns, lá no fundo, você também quer ser um idiota.
O que você faria se não tivesse medo?
— Richard Bach. 
Daniel Sanata




Os cristãos reais não são idiotas 
Na escola eu tinha um amigo que era super religiosa, toda a sua família estava. Apesar disso, ela era a igualdade pró-casamento, pró-escolha, e nunca tentou me converter ou me fazer sentir mal por minhas próprias decisões religiosas (eu era e ainda sou um agnóstico). Ela sempre foi gentil, e tratava a todos com respeito, independentemente de raça, religião ou orientação. Para ela, o coração ea alma do ser cristão era amar os outros e tratar os outros com dignidade. Ela era um verdadeiro cristão.

Think twice before you judge a parent. 
olha a cara da safadinha ali do lado rsrs
Quando eu saio de casa todo desarrumado e vejo alguém que conheço
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Helen Rock

Nessa disciplina aprendi.
Conhecimentos necessários para atuação nas organizações de trabalho, assim como as ferramentas para essa atuação. Na Psicologia Organizacional você entende os processos das organizações e como eles afetam no comportamento das equipes. Explorar conceitos como a motivação, treinamento e avaliações, além de aprender técnicas para recrutamento e seleção de pessoas.
É um ensinamento sobre as fronteiras da Justiça e sobre o papel dos homens diante dela.Percorre as cenas, preconceitos e fatos. O enredo poderia ter se encaminhado facilmente para um desfecho rápido e óbvio. Não fosse por um homem empenhado na busca da Verdade, a vida de uma pessoa seria extinta. Assim como a vida nos dias de hoje quando a indiferença individual e coletiva prevalece e o direito e a justiça morrem..

A pobreza leva à loucura


Estudos estabelecem relação direta entre a desigualdade social e a incidência de doenças mentais nos desassistidos

Estudos estabelecem relação direta entre a desigualdade social e a incidência de doenças mentais nos desassistidos 

Gabriel Bonis, CartaCapital

Na Londres do século XIX, Charlie Chaplin viveu uma infância atormentada pela pobreza e a instabilidade familiar. O ícone do cinema mudo perdeu o pai para o alcoolismo e acompanhou o declínio mental da mãe em meio à miséria. Embora evidências recentes sugiram que a “loucura” de Hannah Chaplin tenha sido causada pela sífilis, o comediante registrou em sua autobiografia que os problemas mentais da matriarca, surgiram porque ela passava fome para que os filhos pudessem comer.

Ainda que cientificamente incerto, o caso é um exemplo longínquo da relação entre pobreza e transtornos mentais, estudada ao menos a partir dos anos 1930. Desde então, surgiram pesquisas mais contemporâneas, entre elas uma análise que transplanta essa correlação ao Brasil. Feita em 2013 com dados do Censo do IBGE de 2010, um levantamento da ONG Meu Sonho Não Tem Fim indica que das mais de 2,4 milhões de pessoas com problemas mentais permanentes acima de 10 anos no Brasil, 82,32% são pobres.
Dentro desta proporção, 36,11% não possuíam rendimentos mensais e 46,21% viviam com até um salário mínimo. Outras 15,49% estavam na faixa entre um e cinco salários e apenas 2,19% recebiam acima desse patamar. “É preciso considerar que esses problemas também são causados por aspectos como a genética, mas a falta de uma alimentação mínima pode contribuir para o aparecimento de doenças que afetam o desempenho mental”, afirma Alex Cardoso de Melo, responsável pela pesquisa e idealizador da ONG, focada em trabalhos educativos com populações carentes.

A ideia de traçar a relação entre pobreza e problemas mentais no Brasil, diz Melo, surgiu após a divulgação de um estudo de 2005 de Christopher G. Hudson, Ph.D em politicas de saúde mental. O trabalho analisou dados de 34 mil pacientes com duas ou mais hospitalizações psiquiátricas em Massachusetts, nos Estados Unidos, entre 1994 e 2000. E concluiu que condições econômicas estressantes, como desemprego e impossibilidade pagar o aluguel, levam a doenças mentais. E mais: a prevalência destas enfermidades nas comunidades ricas analisadas foi de 4%, contra 12% nas mais pobres.”
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Spectacular stars and skies photographed by Joel Sjaarda